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BREU A resina do pinheiro, depois de recolhida, é destilada para produzir a aguarrás e o Breu.
Era usado na antiguidade para calafetar os cascos dos barcos de madeiras e para impermeabilizar cordas e lonas. É também utilizada como combustível. Possui odor característico de vegetação lembrando o cheiro de pinheiros.
As técnicas primitivas de recolha danificavam as árvores e inutilizavam-nas, pelo que a sua madeira era desperdiçada, não só como resultado direto das incisões feitas nos troncos, mas também devido à ação de insetos, do vento e do fogo; mas técnicas modernas permitem já o aproveitamento da madeira após a resinagem.

 No sentido de aumentar o rendimento do processo extrativo, foram também desenvolvidos métodos, que passam pela aplicação de ácido sulfúrico para manter abertas as incisões no tronco dos pinheiros, o uso de pesticidas e de outros produtos que estimulam a produção da resina.

O breu, é a fração não volátil da resina do pinheiro, é constituída essencialmente por ácidos, os chamados “ácidos resínicos”, variando a sua composição com a espécie e origem geográfica do pinheiro.

O breu é usado na produção de sabões, aditivos para papel destinados ao controlo da absorção de água, secantes, vernizes e fungicidas. Curiosamente, ainda há poucas décadas atrás, a sua principal aplicação era o fabrico de sabão amarelo, hoje já quase totalmente caído em desuso.

Atualmente, utilizam-se muito mais os derivados do breu, resultantes de modificações introduzidas através de reações químicas, como o Breu hidrogenado, desidrogenado, esterificado, polimerizado, os sais de breu e com diversos produtos de adição.


FISPQ
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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
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